Igreja da Comunhão

Ser cristão: um risco de morte? PDF Imprimir E-mail

eduardo_artigo

Segundo estimativas recentes, existem cerca de 2,2 bilhões de cristãos em todo o mundo; destes, calcula-se que 100 milhões são ameaçados ou perseguidos.

A forma menos agressiva de discriminação inclui a proibição de construir igrejas, comprar bíblias ou conseguir empregos; a versão mais bruta envolve prisão, extorsão, roubo, expulsão, seqüestro e até assassinato.

No início do Cristianismo ser cristão significava o risco de morrer por apedrejamento, na forca, na cruz ou no devorado por leões.

Hoje, em vários países islâmicos radicais ou comunistas o cristão vive em meio a perseguições, prisão e morte.

guilhotina Um aspecto que não podemos deixar de considerar, em meio a esta barbárie, é que, tanto no início do Cristianismo, como nos dias de hoje, os cristãos perseguidos em nenhum momento negaram Jesus e seguiram pregando o Evangelho.

Além disso, vemos milhares de missionários deixando o conforto de suas casas e famílias para levar o Evangelho a pessoas em lugares remotos sem nenhum recurso da vida moderna.

Aqui no Brasil vivemos em uma condição abençoada, com plena liberdade de culto, sem qualquer tipo de restrição religiosa.

A questão que se coloca é se nós, tendo todas as facilidades que temos, estamos usando nosso tempo para evangelizar (conforme ordenado por Jesus), ou estamos limitando nossa prática religiosa a visitas formais à Igreja?

Pense nisto!

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