Igreja da Comunhão

EVANGÉLICOS: A VERGONHA DE DEUS PDF Imprimir E-mail

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Patricia Neme
Quando criança, vi minha mãe e irmãos pequenos serem apedrejados, porque mamãe desculpou-se por não poder atender aos que lhe queriam falar naquele momento, já que justamente estava no jardim para buscar seus filhos para almoçarem.
Bíblia na mão e pedras na outra, deixaram-nos janelas quebradas, meu irmão de 3 anos com um ferimento na testa, minha mãe ferida no braço e eu nas costas. Foi meu primeiro contato com crentes.


Há dois meses, aqui em Palmas/TO, onde resido, evangélicos invadiram um templo religioso e o depedraram; não atearam fogo porque um dos membros daquela comunidade chegou fora do horário das reuniões. Mas a polícia encontrou tudo o que seria necessário para o incêndio.
E, aqui mesmo, um deputado envolvido com a gangue dos sanguessugas, é presidente de uma denominação que sempre primou por seriedade.

Na última edição da revista ULTIMATO, o Pr. Elben Lenz César, em seu ESPECIAL, quase se desculpa pelo fato da revista apresentar artigos equilibrados, de bom senso, respeitosos, todos absolutamente dentro dos ensinamentos bíblicos.
Uma tentativa de responder aos fanáticos que sempre se manifestam na seção de cartas dos leitores, irados porque a abordagem de temas é ampla e não está reduzida ao medíocre mundinho do umbigo dos fanáticos que muito falam de Deus... E pouco demonstram o "ama teu próximo como a ti mesmo", acreditando que IDE e PREGAI significa IDE e FALAI.
O que doutrina, não é a perturbação no ouvido alheio, mas o exemplo de vida.

Desde que me converti, há sete anos, cada vez mais me horrorizo com os evangélicos, salvo algumas poucas exceções.

Cristãos? Não, isso não somos. Somos uma máfia perigosa, corporativa, discriminadora, acusadora, inquisidora. Somos uma VERGONHA para Deus.
Falamos tanto em pedofilia na igreja católica; em demônios, no meio espírita; e entre nós, quem age? Com certeza, não é Deus. Com certeza, não é aquele que se entregou à uma cruz.

O que mais ouço nas igrejas, é que devemos ter o olhar de Jesus.

Jesus não apedrejaria uma mãe que precisa atender a seus filhos. Jesus veria crianças indefesas, que muito se alegrariam com a visita de irmãos (porque somos todos filhos de Deus e por Sua misericórdia, irmanados). Jesus não invadiria a casa alheia, para depedrá-la e incendiá-la; antes, demonstraria Seu incomensurável amor por seus habitantes.
Jesus leria os artigos da Ultimato, e sentiria satisfação por ver que alguém realmente trabalha em seu nome e procura trazer cultura e informação correta a esse segmento religioso tão pródigo em ignorância e fanatismo.

Hoje, eu sinto vergonha em ser evangélica; e nunca senti vergonha de coisa alguma em minha vida, pois sempre fui muito digna nas minhas atitudes, mesmo quando cometi erros.

Igual aos evangélicos, só identifico um outro grupo de pessoas; aqueles que mancham o nome do Islã, com seu medonhos atentados. E o horror da inquisição, que tanto dano trouxe á humanidade.

Estou generalizando? Não. Apenas chamo a atenção para um fato que se torna cada vez mais corriqueiro. E se não houver uma séria reflexão a esse respeito, seguida de atitudes, com toda a minha fé, digo que um Hitler seria muito útil por aqui. Porque estamos nos transformando numa peste que precisa ser exterminada, já que, cada vez mais, semeamos a discórdia, o ódio, o preconceito, o pré-julgamento, a prepotência.

Está tudo errado, tudo errado.
Esse não é o agir dos que se pretendem escolhidos por Deus.

Patricia Neme nasceu no Rio, entregou seu coração às matas das Gerais;

Jeito simples de ser; não admite mentiras, falsidade, discriminação;

Gosta de andar descalça, conversar com o tempo, raspar o tacho onde foi feito o doce;

É direta no que diz, pensa e faz como uma flecha lançada por arco de guerreiro;

Mãe de David, João Carlos e Ângela Victória; avó de Luíza;

 

Por excelência: "Um ser pensante e POETISA".

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